Lurdes Macedo

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Doutorada em Ciências da Comunicação, pela Universidade do Minho, desde 2013, é Professora Auxiliar na Universidade Lusófona Porto, onde leciona na área das Relações Públicas. É investigadora de Pós-Doutoramento da FCT no CECS.

Foi membro da equipa de investigação do projeto “Narrativas identitárias e memória social: a (re)construção da lusofonia em contextos interculturais” (CECS – UM), co-editora do Anuário Internacional de Comunicação Lusófona, em 2010 e 2011, e do e-book Interfaces da Lusofonia, em 2014.

Foi assistente convidada na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viseu, entre 2009 e 2012.

 

Informações sobre o projeto de Pós-Doutoramento

Título: “Da “comunidade imaginada” à “comunidade imaginativa”: possibilidades de construção de uma lusofonia inclusiva através da comunicação para o desenvolvimento (C4D)”

Orientação: Moisés de Lemos Martins (UMinho), Armando Jorge Lopes (Universidade Eduardo Mondlane) e Muniz Sodré (Universidade Federal do Rio de Janeiro)

Resumo: Partindo da ideia postulada por vários autores (Wieviorka, 2002; Warnier, 2003; Canclini, 2007) de que a diversidade de culturas constitui uma questão fundamental para a compreensão das tensões da nossa contemporaneidade, tomar-se-á por objeto a comunidade geocultural da lusofonia – composta por cidadãos de diversos grupos étnicos, com distintos modos de vida e que habitam diferentes regiões do globo – numa investigação sobre as oportunidades oferecidas pela Web 2.0 ao aprofundamento da comunicação intercultural.

Através da abordagem teórico-metodológica da Comunicação para o Desenvolvimento, será estudado o contributo de conteúdos produzidos no âmbito desta investigação, a exibir no Museu Virtual da Lusofonia (em projeto), para a promoção da diversidade e do diálogo entre culturas, em Portugal, no Brasil e em Moçambique. Será testada a hipótese de a comunidade geocultural da lusofonia, exemplo do pode ser uma “comunidade imaginada” (Anderson, 1994 [1983]) poder revigorar-se através das suas “comunidades imaginativas” (Beeson, 2003: 125).